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Pedidos de PvP

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Pedidos de PvP

Mensagem por Névoa em Seg Jan 22, 2018 8:53 pm

Pedidos de PvP
UNDER THE MIST

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Re: Pedidos de PvP

Mensagem por Henrik Rakhmanov em Sex Maio 04, 2018 11:16 pm



Remarkable
When life wants to drag you to an unexpected change, take the opportunity to stand out in the new world. But remember: not all kind of attention is good.
O desgosto se fez evidente em minha face com o revirar de olhos e a expressão nada contente. Fechando-me por completo, fiz um sinal de negação com a cabeça à medida que me virava em direção à porta central, caminhando firme e decididamente enquanto os passos ecoavam pela casa. Os punhos cerrados se desfizeram apenas para agarrar a maçaneta e puxá-la com vontade.

— Ryan… — Joanna tentou apelar em um tom sereno. De todos os presentes na cena, era a única com uma postura realmente neutra.

— Não! Deixa ele ir. — cortou-lhe Frederick, tão nervoso quanto eu. Discussões como aquela não eram exatamente uma novidade, mas chegar em um ponto como aquele certamente era uma surpresa para todos.

Sem me dar o trabalho de virar e observar a cena, segui para fora da casa deixando que a porta atrás de mim batesse como no verdadeiro show de um adolescente revoltado em filmes americanos. “Parabéns, Ryan. Muito maduro”, flagrei-me imaginando enquanto me afastava do lugar. Ainda assim, o arrependimento não era nem de perto o suficiente para me fazer voltar com o rabo entre as pernas.

Seguindo para o ponto de ônibus mais próximo, não demorou para que o transporte aparecesse e tornasse definitiva a pequena decisão que mudaria para sempre a minha vida. Foi então, enquanto dava o primeiro passo para dentro daquele veículo, que meu destino foi decretado.

Aquele era o começo do fim.

•••

Em meio aos mais diversos devaneios e pensamentos raivosos, fui arrancado novamente para o mundo real ao identificar um ponto de referência que indicava aproximação da minha parada. Levantando-me com certa pressa, dei sinal para que o ônibus parasse e pulei para a calçada assim que a porta se abriu.

O vento frio se chocou contra a minha pele, fazendo com que eu me encolhesse um pouco antes de continuar. Para a minha sorte, de onde estava já era possível enxergar a placa com o nome da minha lanchonete favorita. O lugar funcionava praticamente vinte e quatro horas por dia, mas levando em conta que estava no meio da madrugada, tudo parecia assombrosamente deserto.

— Pelo menos você não me decepciona… — murmurei ao passo que caminhava em direção à lanchonete não muito distante do outro lado da rua. Lembro-me de ter encarado a lua em um dos céus mais limpos que já vi antes de entrar no estabelecimento.

Era uma noite linda para o fim do mundo.

Assim que meus pés tocaram o piso de porcelanato amadeirado que dava ao ambiente um tom rústico destoante do resto da arquitetura londrina do lado de fora, finalmente parei e respirei fundo com os olhos fechados antes de encarar as mesas em busca de uma escolha.

Optando por uma das mesas próximas de uma grande janela com vista para as estrelas, sentei-me calmamente enquanto colocava os pensamentos em ordem. Refletia sobre cada palavra áspera que fora dita há poucos minutos para o homem que havia me acolhido e criado como um filho de sangue. Feito isso, o sentimento de culpa começou a se instalar, contrastando em uma intensa briga com a raiva que aos poucos se esvaía.

Após um longo suspiro, forcei um sorriso para a atendente que havia se aproximado com um bloco de notas em mãos. Pela primeira vez, conseguia me sentir desconfortável em um dos meus lugares favoritos.

— Boa noite. Vou querer uma porção de batatas e… — encarei o cardápio na mesa por alguns instantes a fim de decidir se realmente era uma boa ideia beber naquela noite. Por fim, dando de ombros, estendi o cardápio para a mulher. — Pode trazer qualquer um dos drinques.

Arqueando as sobrancelhas, a atendente terminou de anotar o pedido e agarrou o cardápio, partindo em direção à bancada que dava para a cozinha.

Olhando em volta, observei sem grandes intenções as poucas pessoas que também comiam na lanchonete. Como se esperasse pela deixa, um homem encapuzado com um semblante absurdamente estranho entrou e partiu diretamente para uma das mesas no canto do estabelecimento.

Ainda que a presença de uma figura tão enigmática tornasse o ambiente ainda mais desconfortável, dei de ombros relaxando na cadeira para então traçar mentalmente o caminho que levava o príncipe e a princesa ao castelo encantado em um daqueles jogos de labirinto feitos para crianças que estava em uma das extremidades da mesa.

Sorri ao imaginar como algumas crianças conseguiam se distrair com tão pouco, antes de notar que eu mesmo o estava fazendo. Endireitando-me de imediato, pigarreei tentando disfarçar como se houvesse alguém para julgar o que eu estava fazendo.

Foi então que notei o homem.

Podia jurar que a pessoa encapuzada me observava de longe. Não podia ter certeza, mas dados os recentes acontecimentos, aquilo poderia muito bem ser apenas uma paranoia. Tentando ignorar meus instintos, encarei a janela enquanto me permitia mais uma vez ficar perdido em meus pensamentos ao aguardar a comida.

Sem muita demora, talvez pela limitada quantidade de clientes na ocasião, a atendente apareceu com as minhas batatas e um drinque em um tom fraco de rosa, enfeitado com um morango e o que parecia ser a miniatura de um guarda-chuva. Esbocei um sorriso ao ver a bebida sendo servida, tentando decifrar qual era a sua composição.

— Obrigado. — agradeci pouco antes de mastigar duas batatas. Então, enquanto dava o primeiro gole na bebida tropical, deixei meus olhos correrem até a misteriosa figura na mesa de canto. A mesma atendente que há pouco me servia agora caminhava até ele para entregar um lanche completo.

Na tentativa de mais uma vez ignorar o homem, foquei meus olhos em minha própria comida e limitei minha mente aos pensamentos relacionados à discussão. Esperava encontrar argumentos para convencer a mim mesmo de que deveria voltar e pedir desculpas pelo que havia acontecido.

Pouco depois de comer metade da porção de batatas, tornou-se impossível ignorar a sensação de ser observado. Empurrando então a cadeira para me livrar da mesa, paguei por meu pedido e fui rapidamente para fora do estabelecimento, torcendo internamente para nunca mais dar de cara com o homem que parecia comer seu lanche sem pressa.

Já convencido de que valia mais a pena voltar para casa e me desculpar pela briga desnecessária, esperei mais uma vez no ponto de ônibus. Com as mãos nos bolsos, tateei meu celular e ponderei a ideia de ligar para os meus pais e resolver tudo aquilo o quanto antes.

— Não… precisa ser pessoalmente. — afirmei a mim mesmo, guardando mais uma vez o aparelho.

Só então eu percebi.

Não muito longe de onde eu estava, atrás dos muros de um dos comércios de esquina, o homem encapuzado me encarava sem perceber que eu havia notado. Um arrepio percorreu meu corpo enquanto a certeza me atingia como um soco. Ele realmente estava atrás de mim

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